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Professor do CDSA/UFCG participa da Conferência Nacional de Educação (CONAE)

Publicado: Sexta, 02 de Fevereiro de 2024, 17h01

Entre os dias 28 e 30 de Janeiro, o Prof. Wallace Gomes Ferreira de Souza  do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido - CDSA/UFCG participou da Conferência Nacional de Educação (CONAE).

Segundo o professor; o Documento Final da Conae, resultante da discussão entre delegadas e delegados que participaram da etapa nacional, será entregue pelo Fórum Nacional de Educação (FNE) ao Ministério da Educação, ainda em fevereiro, dando subsídios para o PL a ser enviado ao Congresso Nacional. A expectativa do MEC é que o PL do novo PNE seja discutido amplamente no Parlamento, com a participação de toda a sociedade civil e da comunidade acadêmica.

A Conae contou, ainda, com 204 observadores; 78 palestrantes nacionais e internacionais; e 200 pessoas que atuaram no apoio, como servidores do MEC, estudantes, docentes e servidores da UnB. Também estavam presentes 48 pessoas com deficiência, corroborando a defesa do governo de inclusão de todos os brasileiros e construção de um programa educacional com a cara do Brasil e de suas necessidades.

Diversas autoridades marcaram presença na Conae, que reuniu ministros de Estado, parlamentares e secretários de educação de todo o País. O Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e a primeira-dama, Janja Lula da Silva, estiveram no último dia para prestigiar professores, alunos e todos os participantes. “A gente sabe que, para a educação dar certo, a gente precisa envolver a comunidade. O pai e a mãe têm de saber a qualidade da aula do seu filho, a qualidade da comida, e o professor tem de ganhar um salário digno, de acordo com a importância da sua profissão, porque ele é importante para educar os nossos filhos, ele merece ganhar um bom salário. Nós faremos todo sacrifício para que a docência volte a ser uma profissão atraente, para que os nossos jovens queiram ser professores”, afirmou.   

Para o Ministro de Estado da Educação, Camilo Santana, a educação brasileira precisa garantir o acesso a todos e todas, com permanência, qualidade de aprendizagem, equidade, inclusão e diversidade. “Nós queremos um PNE da equidade no Brasil, para acabar com as diferenças entre pobres e ricos, negros e brancos, para dar oportunidade a todos”, ressaltou.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase)

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